O advogado da AFSTSM, Jonas Stecca, disse que o texto carece de uma maior explicação, principalmente para os policiais, que investigam as causas do incêndio que matou 241 pessoas. O trecho que gerou mais polêmica foi o relato do autor de pessoas vivas que teriam sido transportadas em um caminhão frigorífico para o Centro Desportivo Municipal, na página 5. De acordo com a associação, o fato não ocorreu.
Em entrevista coletiva, Trevisan afirmou que tomou conhecimento do caso através de relatos de envolvidos, mas ele não revelou quais seriam suas fontes. Depois da manifestação da AFSTSM, o escritor pediu desculpas e retirou o trecho em uma nova edição.