Rugai poderá recorrer em liberdade. A sentença foi resultado de cinco dias de julgamento, onde foram ouvidas 15 testemunhas, além do réu.
Único suspeito do assassinato, o estudante ficou dois anos e meio preso, depois que provas periciais e o testemunho de um vigia noturno da rua onde o pai morava com a mulher indicaram a presença dele no local do crime.
Segundo o Ministério Público, o estudante assassinou o pai e a madrasta após uma briga sobre a administração da empresa. Rugai teria falsificado a assinatura do pai em cheques no nome da empresa. Ele foi expulso de casa cinco dias antes do crime.