São esperadas 16 testemunhas no Fórum da Barra Funda, zona oeste da capital paulista, para defesa e acusação. Por isso, se todos comparecerem, o júri pode estender-se até o fim da semana.
Único suspeito do assassinato, o réu ficou dois anos e meio preso, depois que provas periciais e o testemunho de um vigia noturno da rua onde o pai morava com a mulher indicaram a presença de Rugai no local do crime.
Segundo o Ministério Público, o estudante assassinou o pai e a madrasta após uma briga sobre a administração da empresa. Rugai teria falsificado a assinatura do pai em cheques no nome da empresa. Ele foi expulso de casa cinco dias antes do crime.
Com informações da Agência Estado