A meta é ampliar o número de leitos ainda em 2014, mas a disponibilização de atendimentos especializados e a realização de exames complexos segue sem data para começar. No local, é possível observar a realização de obras no prédio anexo à emergência, assim como a circulação de máquinas e operários.
O cronograma está em estudo devido à complexidade para a realização de atendimentos especializados, conforme o superintendente do grupo Moinhos de Vento, responsável pelo gerenciamento do hospital, Fernando Andreatta Torelly. “O hospital é uma estrutura muito complexa, não podemos abrir com operação plena. Estamos finalizando a formação de mais equipes. Mas é importante dizer que não houve atraso, mas é por causa da responsabilidade e da segurança com os pacientes. Por exemplo, atendemos casos graves de crianças já no primeiro dia”, sustenta.
A unidade de saúde deve instalar centro cirúrgico, obstétrico, além da abertura de uma ala para realização de exames como raio-x, tomografia computadorizada e eletrocardiograma. Atendimentos especializados serão disponibilizados em áreas como cardiologia, oftalmologia e ortopedia.
A construção do Hospital da Restinga foi possível devido à isenção fiscal ao Moinhos de Vento através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). O custeio anual da instituição está estimado em R$ 55 milhões com a participação da União, Estado e prefeitura de Porto Alegre.