O secretário municipal da Saúde, Carlos Casartelli, explicou que o objetivo do projeto é que cada paciente seja atendido no local adequado para a complexidade da enfermidade. Com isso, a expectativa é diminuir a superlotação registrada constantemente na emergência do Clínicas. Na tarde de hoje, 122 pacientes são atendidos no setor para adultos, que dispõe de 49 leitos.
A classificação de risco ocorre de acordo com o Protocolo de Manchester, que separa os casos em cinco cores. As mais baixas são azul, quando não há urgência, e verde, para pouca urgência. No primeiro caso, os pacientes são levados para os postos e no segundo às UPAs.
O contrário também ocorre, quando pessoas em unidades básicas de saúde necessitem ser levadas de ambulância até o hospital, em razão da gravidade do caso. O projeto é semelhante ao que já ocorre entre o Hospital Conceição e a UPA Moacyr Scliar, na zona Norte. A intenção da prefeitura é ampliar o projeto a outras emergências hospitalares, mas só depois da avaliação dos resultados obtidos com a implantação da experiência no Clínicas.