O veículo estava estacionado em frente a uma casa, mas não chegou a queimar por completo. Segundo a PM, os autores do ataque jogaram gasolina nos pneus do carro e o fogo atingiu “o para-choque traseiro, a sinaleira esquerda e a borracha do vidro dianteiro”. O incêndio foi controlado com extintores de carros da polícia.
Nesse sábado, uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Santa Catarina resultou na prisão de 25 pessoas suspeitas de estarem envolvidas na onda de atentados registrados em 34 cidades. Outras 45 pessoas que já estavam detidas em cadeias estaduais voltaram a receber voz de prisão, acusadas de mandar, planejar ou executar os ataques contra agentes de segurança pública, bases policiais, ônibus e veículos particulares.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, confirmou as prisões e revelou que, entre os detidos, há advogados suspeitos de envolvimento com organizações como o Primeiro Grupo da Capital (PGC), acusada de comandar os atentados.
Operação fiscaliza veículos que ingressam no RS pela BR 101
A Operação Divisa, entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, fiscaliza neste domingo os veículos que ingressam no Estado pela BR 101. Uma barreira foi montada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Km 0, posto de Torres, Litoral Norte. O objetivo é localizar suspeitos de envolvimento na onda de atentados em Santa Catarina que estejam fugindo do estado vizinho em direção ao território gaúcho.
Além de buscar integrantes do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), a polícia procura por armas, drogas, explosivos e combustíveis que possam estar sendo transportados do Rio Grande do Sul para o estado catarinense. Estão sendo abordados todos os tipos de veículos – de passeio, de carga e motocicletas.
Segundo o inspetor do Núcleo de Comunicação da PRF gaúcha João Antônio Brasil, pelo menos 30 agentes foram deslocados da operação Sentinela – que fiscaliza as áreas de fronteira – para integrar a ação coordenada pela Força Nacional de Segurança.