A investigação buscou esclarecer se algum policial militar se omitiu durante os processos de fiscalização. O coronel não deixa claro se há indiciados também entre os bombeiros que ajudaram a salvar as vítimas em frente à casa noturna. Os militares devem responder pelos crimes de homicídio, descumprimento de norma, advocacia administrativa, lesão corporal, patrocínio em débito e falsidade ideológica.
Durante quatro meses, 699 depoimentos foram realizados, o que resultou na investigação de 44 pessoas, entre bombeiros, policiais militares e integrantes do policiamento. Para dar vazão à apuração, o IPM reuniu mais de sete mil páginas e 35 volumes a serem enviados à Justiça Militar. O Ministério Público Militar também deve receber uma cópia do material.