A partir da iniciativa, a meta é adequar o sistema ao período estipulado de espera, que é de duas semanas, segundo o chefe da gerência de Porto Alegre, Elson Farias. “Pretendemos nos adequar ao tempo de razoabilidade de atendimento e estamos preocupados com essas três mil perícias que estão sempre na fila”, explicou.
Em menos de uma hora de atendimento, 20 exames haviam sido realizados e 40 pessoas seguiam aguardando atendimento. A equipe de plantão é formada por 17 médicos e vinte técnicos analistas de seguro social. Os segurados devem chegar ao local com a consulta médica já realizada.
Na Capital, são 56 médicos peritos trabalhando, mas cerca de 70% estão nas atividades de perícia. Já no Estado, existe menos da metade dos 600 profissionais necessários para reduzir o tempo de espera.