O ganho direto à sociedade será na agilidade dos litígios, cujo tempo de conclusão deve ser reduzido pela metade. “Além disso, os advogados terão acessibilidade aos documentos durante 24 horas”, observou. Outra vantagem é que os juízes ganharão a portabilidade dos processos. Tudo isso, sem contar o benefício ambiental, já que milhões de procedimentos deixarão de ser feitos no papel e passarão para o meio informatizado.
Em um primeiro momento, o PJe-JT funcionará somente para os mandatos de segurança. Portanto, a partir do funcionamento da ferramenta, todos os mandados da 4ª Região serão realizados por meio digital, com acesso pelo
site www.trt4.jus.br.
O mesmo sistema, que já foi instalado na 6ª Vara de Caxias do Sul, será implantado em outras 11 unidades da 4ª Região até o final deste ano. Entre elas estão a 2ª Vara do Trabalho (VT) de Santa Rosa, 3ª VT de Erechim, 2ª VT de Esteio, 3ª e 4ª VTs de Rio Grande, 4ª VT de São Leopoldo.
De acordo com o ministro, a meta estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é de que o processo eletrônico seja implementado em 10% das varas, mas ele afirma que isso será superado. “Devemos passar de 20% das varas”, informou. O Rio Grande do Sul tem 124 unidades em funcionamento e outras oito a serem instaladas.