O pedido havia sido feito pelo Ministério Público do Estado. A Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público sustenta ser inadequado que os projetos tenham como base um prazo legal de 180 dias consecutivos, já vencido, de vigência de um decreto de situação de emergência no setor, publicado em sete de outubro de 2008.
Com o custo estimado de R$ 154.934.670,16, o governo estadual idealizava construir seis casas prisionais em caráter de emergência, criando 3 mil vagas no regime fechado e outras 600 no semi aberto. Os presídios seriam erguidos em Alegrete, Camaquã, Venâncio Aires, Erechim, Lajeado e Porto Alegre.