Com a paralisação de um dia, cerca de 20 mil audiências serão remarcadas. Os juízes, porém, estarão nos fóruns e casos urgentes serão atendidos. A mobilização contará com a participação dos juízes federais, cuja pauta também prevê mais segurança para trabalhar, uma política previdenciária adequada e o respeito à Constituição na recomposição das perdas inflacionárias de seus vencimentos. Os 3600 juízes do trabalho farão atos em seus estados, organizados pelas associações regionais.
Juízes Federais e do Trabalho paralisam atividades nesta quarta-feira
Cerca de 20 mil audiências serão remarcadas por mobilização contra desvalorização da carreira
Juízes do Trabalho de todo o País paralisam as atividades nesta quarta-feira para defender seus direitos básicos, o cumprimento da Constituição Federal e o fortalecimento e independência do Judiciário. A manifestação contará com atos especiais em diversas cidades, debates e reuniões, como forma de chamar a atenção da sociedade para a falta de segurança no trabalho dos magistrados e para a desvalorização da carreira.
Com a paralisação de um dia, cerca de 20 mil audiências serão remarcadas. Os juízes, porém, estarão nos fóruns e casos urgentes serão atendidos. A mobilização contará com a participação dos juízes federais, cuja pauta também prevê mais segurança para trabalhar, uma política previdenciária adequada e o respeito à Constituição na recomposição das perdas inflacionárias de seus vencimentos. Os 3600 juízes do trabalho farão atos em seus estados, organizados pelas associações regionais.
Com a paralisação de um dia, cerca de 20 mil audiências serão remarcadas. Os juízes, porém, estarão nos fóruns e casos urgentes serão atendidos. A mobilização contará com a participação dos juízes federais, cuja pauta também prevê mais segurança para trabalhar, uma política previdenciária adequada e o respeito à Constituição na recomposição das perdas inflacionárias de seus vencimentos. Os 3600 juízes do trabalho farão atos em seus estados, organizados pelas associações regionais.