O juiz também negou a solicitação do advogado do sócio da casa noturna, Elissandro Sphor,o Kiko, para que fosse realizada uma simulação do que ocorreu no dia 27 de janeiro, no interior da boate. A decisão foi baseada em uma análise laboratorial realizada em amostras de pó retiradas do interior dos escombros da casa noturna com a qual ficou constatada a presença de 17 tipos de produtos químicos, prejudicial à saúde.
“O Poder Judiciário não pode franquear a entrada de pessoas em local insalubre, face ao noticiado risco de ser causado grave prejuízo a saúde”, diz a decisão. A defesa do vocalista havia solicitado uma nova perícia e a reconstituição do fato, enquanto a do sócio da boate havia requerido a reprodução simulada dos fatos.
A Secretaria da Saúde do município divulgou ontem que foram realizados mais de 5 mil atendimentos em pessoas que foram afetadas com a tragédia da Kiss nos últimos seis meses. A equipe Acolhe Saúde, formada por psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais, acompanha atualmente 127 pessoas.