O Ministério Público denunciou, nesta sexta-feira, à Justiça um dos suspeitos de ter assassinado um jovem de 18 anos, na segunda-feira passada, no saguão do terminal 2 do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. No fim da tarde, o juiz da 1ª Vara do Júri Maurício Ramires aceitou o pedido. O réu permanece foragido.
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A promotora Lúcia Helena Callegari defende que o jovem de 25 anos, seja condenado pela morte de Marlon Roldão Soares, pela tentativa de homicídio de um amigo da vítima que sofreu um tiro de raspão, e pelos crimes de corrupção de menor (um adolescente que auxiliou nos crimes), receptação de veículo roubado e adulteração da placa.
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Conforme a denúncia, o crime teve motivo torpe, ligado ao tráfico de drogas. A promotora também entendeu que o crime teve motivo fútil. A denúncia também salienta que a morte no aeroporto gerou perigo comum, já que foram desferidos disparos dentro de um saguão movimentado.
A Polícia procura, ao todo, cinco pessoas – incluindo uma mulher – suspeitas de envolvimento no crime.
De acordo com Melgaço, a jovem investigada sentou à mesa de um bar do terminal aéreo, junto dos atiradores, e sinalizou o alvo da execução. A Polícia admite, porém, que não encontrou impressões digitais dela no aeroporto. Os outros dois suspeitos eram motoristas de um Cobalt – que resgatou os atiradores do lado de fora do Salgado Filho e terminou abandonando o carro na avenida Severo Dullius – e de um Fiat Idea – usado para a fuga em definitivo. Já a suspeita chegou ao Salgado Filho em um Toyota, que ficou estacionado no local.
Justiça acolhe denúncia contra um dos suspeitos de execução no Aeroporto Salgado Filho
Crime ocorreu na segunda-feira passada, no saguão do terminal 2