A área de 3,5 hectares foi reservada à construção de 433 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida. A presença de carros na invasão e a insistência que o grupo teve em entrar com material de construção levaram a secretária do Desenvolvimento Urbano e Habitação a colocar em dúvida a condição de vida alegada pelo grupo. "As pessoas não apresentam vulnerabilidade social tão alta", disse Giovanna Fagundes.
Parte dos invasores não informou onde está vivendo nem o nome completo, reclamou a secretária. Os dados, explicou ela, são importantes para que as equipes da prefeitura de Canoas avaliem a condição de vida de cada um e incluam os nomes em programas de distribuição de moradias.