Conforme a denúncia do Ministério Público, o acusado executou Raymundo Bernardo da Silva dentro do carro dele no bairro Fátima, em Caxias. Desavenças anteriores entre ambos teriam motivado o crime.
A pena foi ampliada em dois anos porque o réu possui condenação anterior por homicídio cometido em 1999. Alex Cardoso já se encontrava preso preventivamente pelo crime julgado nesta sexta, já que retardou, por quase 12 anos, o andamento do processo, porque não deixou endereço conhecido para a Justiça. O processo chegou a ficar suspenso, bem como o prazo prescricional. Por isso, ele não poderá apelar em liberdade.