O argumento da vereadora Fernanda Melchionna é de que a planilha de custos das empresas não foi apresentada com sete dias de antecedência à população, como determina o Tribunal de Contas do Estado (TCE). A Prefeitura alegou que o edital da licitação que determinou maior controle do sistema dispensava o processo usado em anos anteriores. Gráficos sobre a composição do novo valor foram apresentados apenas ao final do dia, no site da Prefeitura.
Em março de 2013, quando começavam os protestos que levariam às jornadas de junho em todo o país, o PSol conseguiu suspender um aumento da passagem de Porto Alegre na Justiça. O argumento era a falta de licitação até então.
Nessa segunda-feira, o valor da passagem de ônibus subiu de R$ 3,25 para R$ 3,75, enquanto o custo da viagem de lotação passou de R$ 4,85 para R$ 5,60. Um protesto organizado pelo Bloco de Luta pelo Transporte Público percorreu ruas do Centro da cidade no final da tarde. Os organizadores estimaram a adesão em 5 mil manifestantes, enquanto a Brigada Militar contabilizou 1,2 mil pessoas.
Manifestantes começam caminhada pelo centro de Porto Alegre #vivoCorreio pic.twitter.com/k6QOj3vMmJ — Correio do Povo (@correio_dopovo) February 22, 2016
Manifestantes passam pela ruas do terminal Mercado #vivoCorreio pic.twitter.com/tnIKbAJXfO — Correio do Povo (@correio_dopovo) February 22, 2016
Manifestantes no túnel da Conceição #vivoCorreio pic.twitter.com/bRA1Ovvuqj — Correio do Povo (@correio_dopovo) February 22, 2016
Grupo passa pelo viaduto da Borges de Medeiros #vivoCorreio pic.twitter.com/R718VJ753i — Correio do Povo (@correio_dopovo) 22 fevereiro 2016