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Justiça interdita prédio do Instituto Penal Feminino de Porto Alegre

Local não poderá receber novas presas a partir de 30 de julho

O juiz da Vara de Execuções Criminais da Região Metropolitana e responsável pela fiscalização dos presídios, Sidinei Brzuska, determinou a interdição total do anexo do Instituto Penal Feminino de Porto Alegre, conhecido como Albergue Emergencial. A partir do dia 30 de julho, será proibida a entrada de novas presas no local. A decisão atende a um pedido do Ministério Público.

A responsável pela solicitação foi a promotora de Controle e Execução Criminal Sandra Goldman Ruwel. Conforme o pedido, o prédio, construído emergencialmente, está deteriorado e não suporta a quantidade de presas recolhidas. O local abriga várias internas de Novo Hamburgo, transferidos devido ao incêndio ocorrido no albergue da cidade, que foi interditado.

De acordo com a promotora, o Instituto Penal Feminino está em péssimas condições, com vasos sanitários entupidos, problemas de esgoto, pias quebradas, chuveiros sem água quente, falta de material de limpeza e higiene, problemas elétricos e hidráulicos, além de camas e beliches quebrados.

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