Elton Cristiano Uroda, ex-sócio da boate, e Volmir Panzer, que trabalhava na empresa que prestava serviços à Kiss, teriam dito em depoimento à Polícia que Eliseo Spohr, pai do réu Elissandro Spohr, não era sócio da boate, o que não procede. Um acordo com o Ministério Público (MP) pode arquivar o processo ainda nesta quarta. Se a defesa aceitar e os dois se retratarem perante o magistrado, eles serão liberados.
A sessão irá ocorrer a partir das 10h no Salão do Júri, no Fórum de Santa Maria. Quatro testemunhas de acusação e os dois réus devem ser ouvidos. O crime de falso testemunho tem pena prevista de dois a quatro anos de prisão. O incêndio na boate Kiss, no dia 27 de janeiro, deixou 242 pessoas mortas e centenas de feridos.