Bastos garantiu que o leite industrializado pela empresa é o mesmo que ele consome em casa e negou que os lotes contaminados tenha sido distribuição no mercado gaúcho. “O consumidor pode ficar tranquilo quanto à qualidade do leite comercializado no Estado”, afirmou.
Já o MP mantém a suspeita sobre os lotes distribuído no RS. O promotor Alcindo Luz Bastos diz que os laboratórios utilizados pelas empresa não são credenciados pelo ministério da Agricultura e os testes realizados pela LBR pode ter sido realizado a partir do leite UHT já industrializado, o que poderia diluir substancias tóxicas. A LBR tem o prazo de dez dias para entregar outros documentos para o MP.