Sobre as punições aos apontados como responsáveis pela tragédia no Estado Unidos, apenas dois foram presos, segundo Linck. A pena de prisão foi de 15 anos, mas eles cumpriram quatro. "Mas depois da tragédia a legislação de prevenção de incêndio sofreu profundas mudanças em todos os estados do país", disse. As casas noturnas devem ter mais portas de emergência e borrifadores de água, por exemplo.
Na coletiva, o americano estava acompanhado dos promotores de Santa Maria que atuam no caso da boate Kiss, do coordenador do Centro de Apoio Criminal do Ministério Público, David Medina da Silva e dos delegados de policia encarregados do caso. Além da experiência americana, os promotores gaúchos pretendem conhecer o caso da boate argentina República Cromañón, que incendiou em 2004 deixando 194 mortos.