O sindicato processou o município e Tramontini, que, em 2006, ofendeu os profissionais ao culpá-los pelas deficiências do Sistema Único de Saúde (SUS) na localidade. “Com o maior prazer estamos reparando uma injustiça”, destacou Maria Rita. A cifra, que inicialmente era de R$ 1 mil, foi corrigida.
Segundo a vice-presidente, o valor é simbólico, mas a ação tem grande importância para o resgate da dignidade dos médicos. “É uma ação de caráter pedagógico. Serve de exemplo a outros municípios e gestores e repõe a imagem dos médicos de Salto do Jacuí”, ressaltou.
Em entrevista a uma emissora de rádio, em 2006, o então secretário transferiu à classe médica a responsabilidade pela falta de assistência na cidade. Salto do Jacuí não tem estrutura para atender pacientes e precisa encaminhá-los a cidades próximas, como Cruz Alta. Na época, os médicos haviam sugerido soluções para melhorar o SUS no município.
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