Mais de 2,5 mil avaliações não devem ser realizadas em razão do protesto. Os segurados com perícia marcada para os dias de paralisação devem comparecer às agências para remarcar a data de atendimento. A categoria é formada por cerca de 300 profissionais e exige que a Previdência Social cumpra o compromisso assumido de implantar a jornada de 20 horas semanais, em novembro de 2012.
Durante o protesto, os médicos peritos estarão reunidos da sede do Simers para avaliar a mobilização. Os servidores devem discutir se a paralisação prossegue até esta quinta-feira ou voltam a paralisar o atendimento em 26 de março, uma terça-feira, quando os funcionários administrativos do INSS também devem cruzar os braços.
Luciani estima que seja necessário o dobro de especialistas para conseguir fazer as perícias em até 15 dias no Estado. Hoje, o prazo ultrapassa 60 dias. Conforme dadas apurados pela Associação Gaúcha dos Médicos Peritos, quase dois médicos são exonerados ou aposentados por dia em todo o Brasil.