Em depoimento, Pereira confirmou a falta de equipamentos e no setor de recursos humanos da corporação. Destacou que, como bombeiro, a primeira coisa a ser feita no caso de incêndio é o isolamento da área da ocorrência, mas no momento da tragédia foi difícil conter os populares. Segundo ele, muitas pessoas entravam e saíam do local tentando salvar as vítimas.
Os depoimentos devem seguir ao longo do dia. Ainda nesta segunda-feira falarão mais três bombeiros, outras duas testemunhas da prefeitura e o presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Santa Maria, Luis Fernando Pacheco.