A advogada foi vista pela última vez na tarde de 23 de maio de 2010 na casa da avó. Em 10 de junho, o carro dela foi achado na Represa Atibainha, em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo. No dia seguinte, o corpo foi localizado.
Preso desde 24 de fevereiro do ano passado, Mizael escreveu um livro com sua versão para o caso, no qual alega inocência e se considera alvo de uma perseguição policial.
O número de manifestantes a favor da condenação de Mizael foi maior no último dia de julgamento. Antes da sentença, eles soltaram fogos de artifício. Grupos formados por famílias que tiveram parentes vítimas de violência foram prestar solidariedade à família de Mércia Nakashima.
Com informações da AE