Em relação aos pedidos de revogação das prisões, os promotores entendem que “não há qualquer informação ou elemento novo que pudesse de algum modo alterar o status quo desde a prorrogação da prisão. As prisões encontram-se respaldadas pela lei, eis que imprescindíveis para as investigações do inquérito policial”. Eles ressaltam, também, que “a participação dos acusados no evento criminoso é incontestável”.
Os promotores defendem que não há indícios ou notícia de atentado à integridade física de Kiko, e por isso ele deve permanecer em Santa Maria (distrito da culpa) à disposição das autoridades. “Sua remoção para outra Comarca demandaria tempo para seu transporte e realização das diligências necessárias (acareações, etc), o que é totalmente desnecessário."