A motivação dos delegados que fizeram o pedido foi a preservação da vida dos investigados, além da necessidade de prorrogação do prazo de conclusão do inquérito em 10 dias. Os quatro suspeitos estão detidos há um mês na Penitenciária Estadual de Santa Maria.
De acordo com os promotores de Justiça Maurício Trevisan e Joel Oliveira Dutra, ao manterem a boate em funcionamento sem condições de segurança para todas, Elissandro e Mauro submeteram as pessoas “a altíssimo risco na busca de lucro e maximização de proveito econômico do negócio que geriam”.
Já em relação aos músicos, os promotores sustentam que "o uso de artefato pirotécnico gerador de fogo contra-indicado para ambientes fechados" denota que eles foram “movidos na busca de proveito econômico, agindo de modo direto na criação do risco que acabou se concretizando e gerando o incêndio”.
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