Segundo Ruas, o pedido decorre de um aumento acima da inflação e da falta de regulação oficial sobre o sistema de transporte coletivo da cidade. O vereador ressaltou que o próprio MP já questionou o fato de que, há mais de 20 anos, as empresas do setor operam sem licitação. Ruas defende que o reajuste da passagem fique na margem da inflação oficial, próximo de 6%. O índice aprovado em fevereiro, que elevou a tarifa de R$ 2,45 para R$ 2,70, foi de 10,2%.
MP decide, nos próximos dias, possível ação contra aumento dos ônibus
A pedido do PSOL, caso foi repassado à Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais
A Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais vai examinar, nos próximos dias, o pedido dos vereadores do PSOL, Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, para que o Ministério Público proponha uma medida judicial a fim de anular o último reajuste das tarifas de ônibus da Capital. O procurador-geral de Justiça, Eduardo de Lima Veiga, que recebeu a representação na quarta-feira passada, deixou o caso com o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Marcelo Dornelles.
Segundo Ruas, o pedido decorre de um aumento acima da inflação e da falta de regulação oficial sobre o sistema de transporte coletivo da cidade. O vereador ressaltou que o próprio MP já questionou o fato de que, há mais de 20 anos, as empresas do setor operam sem licitação. Ruas defende que o reajuste da passagem fique na margem da inflação oficial, próximo de 6%. O índice aprovado em fevereiro, que elevou a tarifa de R$ 2,45 para R$ 2,70, foi de 10,2%.
Segundo Ruas, o pedido decorre de um aumento acima da inflação e da falta de regulação oficial sobre o sistema de transporte coletivo da cidade. O vereador ressaltou que o próprio MP já questionou o fato de que, há mais de 20 anos, as empresas do setor operam sem licitação. Ruas defende que o reajuste da passagem fique na margem da inflação oficial, próximo de 6%. O índice aprovado em fevereiro, que elevou a tarifa de R$ 2,45 para R$ 2,70, foi de 10,2%.