Os denunciados têm entre 21 e 30 anos. Conforme as investigações, os denunciados atuaram como líderes. Em um primeiro momento, seis deles determinaram a prática de crimes durante reunião no Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados, na segunda quinzena de junho. Na noite de 27 de junho todos eles dirigiram atividade dos demais agentes e determinaram que os outras pessoas arremessassem pedras contra o prédio do Palácio da Justiça, causando dano ao patrimônio público do Estado.
Para o promotor Luís Antônio Portela, eles expuseram a perigo à vida e a integridade física de diversas pessoas ao arremessarem fogos de artifício e artefatos de substância semelhante à dinamite em direção aos que estavam nas proximidades do Palácio da Justiça.