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MP entra na Justiça para garantir água aos moradores de São Leopoldo

Ação civil pede que desabastecimento seja de 6h diárias no município

Uma ação civil, registrada pelo Ministério Público (MP) do Estado, exigindo que o Serviço Municipal de Água e Esgoto de São Leopoldo (Semae), no Vale do Sinos, garanta o abastecimento mínimo diário de água em todos os bairros da cidade deve ser apreciada nesta terça-feira pela Justiça. O pedido foi feito na tarde dessa segunda pela promotora Débora Rezende Cardoso e, se aprovado, o Semae terá prazo de dois dias para apresentar um cronograma de racionamento diário com desabastecimento de, no máximo, 6h diárias.

Atualmente, a cidade está com o rodízio de 12h de racionamento em vigor. A medida foi adotada desde a quinta-feira passada. Caso a mudança não ocorra, a autarquia estará sujeita à multa diária de R$ 50 mil.

A decisão do Ministério Público foi tomada depois da reação da população que, desde o final de semana, promove protestos pela cidade contra a falta de água. Ruas foram bloqueadas nos bairros Santos Dumont e no Centro. A sede do Semae e o novo Centro Administrativo da Prefeitura de São Leopoldo também foram cercados por manifestantes.

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