No final de fevereiro, a reportagem da Rádio Guaíba informou que os servidores foram barrados em quatro mil propriedades desde o início do ano. No mesmo mês, a Secretaria da Saúde da Capital admitia período de pré-epidemia da doença.
O inquérito é uma iniciativa da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos, após agentes da Vigilância em Saúde relatarem, na última sexta-feira, dificuldades para realizar o trabalho. “Temos que conscientizar as pessoas a respeito destas medidas preventivas porque não é possível vistoriar todas as unidades residenciais da cidade”, avaliou a promotora de Justiça Marinês Assmann.