Ela relatou que ficou assustada com a situação e teria contado o ocorrido a uma atendente da instituição. No entanto, foi embora. O delegado irá colher o depoimento da mulher nesta quinta-feira para confirmar a primeira versão relatada. Além disso, pretende ouvir funcionários do hospital, a fim de verificar se a jovem realizava pré-natal, e concluir se o aborto ocorreu de forma natural.
Para isso, também devem ser solicitados exames, além da necropsia que está sendo feita no feto pelo Instituto Médico Legal (IML). Caso comprovado que não foi responsabilidade da mulher o ocorrido, ela não deve ser indiciada, segundo Leandro. Para aborto criminoso, a pena é de detenção de um a três anos.
O feto de cerca de 30 cm foi encontrado no dia 14 por um encanador, chamado em razão do entupimento do vaso sanitário do banheiro da sala de medicação do hospital.