Lauro Trevisan explicou, no depoimento, que o relato de que duas ou três pessoas foram transportadas no caminhão frigorífico do local da tragédia até o Centro e Municipal foi uma "alegoria". O padre também citou que os comentários sobre a possibilidade dos jovens terem sido transportados vivos em frigorífico, no dia da tragédia, foram feitos por diversas pessoas, mas não citou nomes. O advogado do escritor descartou a possibilidade do padre ser indiciado por falso testemunho. "Não existe nada que possa indiciar o meu cliente", enfatizou.
O padre Lauro retirou do livro o trecho que resultou na revolta dos familiares de vitimas da tragédia que matou 241 pessoas. Uma 2ª edição foi lançada sem o relato, que estava ná página 5.