A categoria rejeitou a proposta salarial de 12% oficializada, na terça-feira, pelo Tribunal de Justiça e encaminhou uma contraproposta de 27%. Conforme o coordenador-geral do Sindjus, Valter Assis Macedo, além de reajuste, a categoria pede a criação de 1,8 mil cargos para reforçar o atendimento, considerado precário no Estado. Macedo explica que o cidadão deve evitar procurar os fóruns às quartas-feiras até que o protesto termine. Nos dias de paralisação, ficam mantidos apenas os serviços de plantão.
O Sindjus criticou o presidente do TJ, desembargador Leo Lima, por ter encaminhado a proposta à Assembleia sem negociar com a categoria. Em 17 de junho, uma assembleia dos servidores do judiciário pode votar um indicativo de de greve.