Conforme a Amapergs, os servidores passaram a realizar inspeções em unidades prisionais do Estado para detectar problemas. Porém, uma ordem de serviço - que teria partido da Casa Civil e foi assinada pelo delegado Anderson Louzado - impediu a vistoria em dez presídios da região de Santa Cruz do Sul.
O presidente da Amapergs, Flávio Berneira Junior, questiona a decisão do governo estadual de barrar a vistoria em alguns presídios e diz que as casas prisionais das outras regiões do Estado puderam ser inspecionadas. Segundo Berneira, a ação judicial quer abster a Amapergs de qualquer responsabilidade por algum acidente que possa ocorrer nos presídios que não foram avaliados e colocar como responsável o governador e o delegado penitenciário.
A Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (Susepe) disse que só vai se manifestar oficialmente depois que receber a ação.