De acordo com a Corregedoria Interna da Polícia Civil, a organização criminosa atua há vários anos e praticava aborto em locais sem condições de higiene e salubridade, cobrando até R$ 7,5 mil por procedimento. Um dos acusados de chefiar o esquema é o médico Aloísio Soares Guimarães, já preso.
Além dos 75 mandados de prisão, estão sendo cumpridos 118 mandados de busca e apreensão, como medicamentos e documentos dos acusados.