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Presidente do Gamp é solta e retorna para São Paulo

Grupo é suspeito de irregularidades na gestão de casas de saúde em Canoas

A presidente do Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp), Michele Aparecida Câmara Rosin, foi solta na terça-feira. Ela estava presa preventivamente, mas um pedido de habeas corpus já havia sido protocolado. A defesa de Michele alegou que ela deveria ser transferida para a prisão domiciliar por ter filhos pequenos, o que já é reconhecido pelo STF. Michele viajou para São Paulo, onde mora com a família, na quarta-feira.

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O pedido de habeas corpus foi aceito pelo juiz de primeira instância que determinou uma fiança de R$ 2 milhões. O advogado de Michele Aparecida, Ricardo Breier, recorreu da decisão e obteve uma redução passando para R$ 20 mil. Para o advogado, as investigações sobre o Gamp devem ser feitas pelo Ministério Público Federal ou a Polícia Federal por envolver verbas da União.

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A Promotoria de Justiça de Canoas e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) ofereceram denúncia à 4ª Vara Criminal do município contra oito pessoas pelo caso de fraudes no Grupo de Apoio à Medicina Preventiva e à Saúde Pública (Gamp). Eles foram denunciados por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro.

O caso envolve termos assinados junto à prefeitura de Canoas pelo Gamp para as gestões do Hospital de Pronto Socorro de Canoas, Hospital Universitário, duas Unidades de Pronto Atendimento (Caçapava e Rio Branco) e quatro Unidades de Atendimento Psicossocial (Recanto dos Girassóis, Travessia, Amanhecer e Novos Tempos). A denúncia foi assinada pelos promotores de Justiça de Canoas João Paulo Fontoura de Medeiros e Marcelo Dossena Lopes dos Santos.