Uma autônoma, que não quis se identificar, disse ter financiado o imóvel por 25 anos e pago mais de R$ 11 mil, só de corretagem. De acordo com o procurador da república em Pelotas, Mauro Cichowski, 5% do valor do imóvel está embutido para despesas de comercialização do empreendimento imobiliário. Se houver despesas a mais, ainda segundo o procurador, cabe a construtora pagar - não os corretores. O caso já é analisado pelo Ministério das Cidades.
Programa habitacional em Pelotas é alvo do Ministério Público Federal
Clientes denunciaram cobrança indevida de corretagem em imóveis do Minha Casa, Minha Vida
Mutuários do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida denunciaram estar sendo prejudicados com uma suposta cobrança indevida de corretagem. Mais de 50 clientes procuraram um só escritório de advocacia. O Ministério Público Federal abriu inquérito sobre o caso, que pode configurar enriquecimento ilícito.
Uma autônoma, que não quis se identificar, disse ter financiado o imóvel por 25 anos e pago mais de R$ 11 mil, só de corretagem. De acordo com o procurador da república em Pelotas, Mauro Cichowski, 5% do valor do imóvel está embutido para despesas de comercialização do empreendimento imobiliário. Se houver despesas a mais, ainda segundo o procurador, cabe a construtora pagar - não os corretores. O caso já é analisado pelo Ministério das Cidades.
Uma autônoma, que não quis se identificar, disse ter financiado o imóvel por 25 anos e pago mais de R$ 11 mil, só de corretagem. De acordo com o procurador da república em Pelotas, Mauro Cichowski, 5% do valor do imóvel está embutido para despesas de comercialização do empreendimento imobiliário. Se houver despesas a mais, ainda segundo o procurador, cabe a construtora pagar - não os corretores. O caso já é analisado pelo Ministério das Cidades.