Melo explica que a medida é necessária, já que não há como atender na íntegra, neste momento, o Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI). Conforme ele, o Mercado dispõe de itens de segurança, como extintores de incêndio, mangueiras, sinalização das saídas de emergência, alarmes e funcionários treinados. Outros, porém, ainda dependem da reforma em parte do imóvel.
A Prefeitura vai aguardar a apresentação do laudo estrutural, a ser divulgado pela Secretaria de Obras nesta quarta-feira, para verificar quais espaços poderão voltar a funcionar. Após a discussão dos termos e assinatura do TAC, os bombeiros ainda terão de vistoriar o local, para que seja definida a data de reabertura.
Seguem pendentes a reconstrução da cobertura do prédio, instalação completa da rede elétrica e de gás. Conforme Melo, somente após a conclusão desses trabalhos é que serão atendidas outras exigências do PPCI, como a instalação de uma caixa d'água, essencial para a liberação definitiva de funcionamento. A expectativa da Prefeitura, porém, é de que, com o Termo assinado, essas adequações complementares não impeçam o funcionamento emergencial.