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Reabertura do Mercado depende de acordo entre Prefeitura e MP

Vice-prefeito disse que não há como atender agora todas exigências do Plano contra Incêndio

Reabertura do Mercado depende de acordo entre Prefeitura e MP
Reabertura do Mercado depende de acordo entre Prefeitura e MP Foto : Vinícius Roratto / CP Memória
Uma reunião foi realizada na tarde desta terça-feira para tratar da reabertura do Mercado Público de Porto Alegre, ainda sem data definida. O encontro ocorreu entre representantes do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura e das empresas que fazem a recuperação do complexo, que teve 10% da estrutura comprometida em função de um incêndio, em 6 de julho. No encontro, o vice-prefeito Sebastião Melo reconheceu que as exigências da corporação para a reabertura parcial vão determinar a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a ser firmado com o Ministério Público (MP). Um encontro já foi realizado com o órgão e a expectativa é que o próximo ocorra até o fim da semana.

Melo explica que a medida é necessária, já que não há como atender na íntegra, neste momento, o Plano de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI). Conforme ele, o Mercado dispõe de itens de segurança, como extintores de incêndio, mangueiras, sinalização das saídas de emergência, alarmes e funcionários treinados. Outros, porém, ainda dependem da reforma em parte do imóvel.

A Prefeitura vai aguardar a apresentação do laudo estrutural, a ser divulgado pela Secretaria de Obras nesta quarta-feira, para verificar quais espaços poderão voltar a funcionar. Após a discussão dos termos e assinatura do TAC, os bombeiros ainda terão de vistoriar o local, para que seja definida a data de reabertura.

Seguem pendentes a reconstrução da cobertura do prédio, instalação completa da rede elétrica e de gás. Conforme Melo, somente após a conclusão desses trabalhos é que serão atendidas outras exigências do PPCI, como a instalação de uma caixa d'água, essencial para a liberação definitiva de funcionamento. A expectativa da Prefeitura, porém, é de que, com o Termo assinado, essas adequações complementares não impeçam o funcionamento emergencial.

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