O comando de greve considerou uma vitória o reajuste de 7,5%, ratificado pelo TRT, por se tratar de um aumento superior ao INPC. O integrante da comissão de negociação, Alceu Weber, frisou que a categoria se mobilizará em nível nacional para a redução da carga horária – de 40h semanais para 36h.
“Dissemos não para o patrão, negando a oferta durante a assembleia, não para o TRT. Nossa categoria mostrou unidade, mobilização e luta, que com certeza não vai acabar com o dissídio. Foram 15 dias de uniformidade” salientou Weber, ao discursar. Além do reajuste de 7,5%, a categoria terá aumento do vale-alimentação, de R$ 16 para R$ 19, e ainda plano de saúde com contrapartida mensal dos rodoviários de R$ 10, em vez de R$ 40 proposto inicialmente.
Demissão pode gerar protestos
De acordo com a categoria, um motorista da empresa Nortran, que integrou a mobilização, foi demitido nesta segunda-feira sem justificativas. A CUT cobrou uma resposta da empresa no prazo de 72h. Caso não haja, uma paralisação poderá ocorrer nas linhas operadas pela Nortran.