• Fortunati avalia pedir ajuda à Força Nacional para resolver impasse dos ônibus
“Estamos com um impasse muito grande. Ficou definido no TRT que nós temos que trabalhar. Só que todas as nossas decisões acontecem em um ginásio fechado através de uma ata, onde os rodoviários avaliam se as propostas são boas. Até agora as propostas não chegam perto do que estamos pedindo. Hoje, às 17h, vamos reafirmar o nosso grito de guerra. Não concordamos com o que vem acontecendo, principalmente do prefeito José Fortunati, que está querendo requisitar a Força Nacional para nos obrigar a trabalhar”, disse, em entrevista à Rádio Guaíba, Daniel Chaves, do comando de greve.
Os rodoviários têm uma pauta de reivindicação com 17 itens. Para voltar ao trabalho, eles não abrem mão que quatro deles sejam atendidos: 1) 36 horas de trabalho; 2) aumento de R$ 4,00 no vale-refeição - atualmente de R$ 16,00; 3) Prorrogação do plano de saúde, que se encerra nesta sexta; 4) 14% de aumento salarial. No acordo realizado nessa quinta no TRT, ficou confirmado apenas o aumento de R$ 1,00 no vale-alimentação e a prorrogação do plano de saúde.
Com informações do repórter Dico Reis