Para a procuradoria da República, o quadro de coma alcoólico da estudante não foi diagnosticado corretamente pela profissional, que atendeu a jovem como um simples caso de intoxicação e não adotou os procedimentos médicos corretos. Ela morreu asfixiada após ingerir o próprio vômito e estava sozinha dentro da cabine do navio.
Segundo a denúncia, o centro médico do navio MSC Ópera tinha todos os instrumentos e medicamentos necessários para os procedimentos que poderiam salvá-la. A denúncia foi oferecida no último dia 3 de setembro e está sob apreciação da 1ª Vara Federal, de São José dos Campos.