A investigação do Ministério Público, iniciada este ano, também revelou que, quando o militar foi contratado para integrar o setor de inteligência da Brigada, há dois anos, houve uma informação anônima dando conta que ele teria vínculo com jogos de azar. “Eu desconheço os critérios utilizados para a seleção do cargo, mas, na época, o militar foi selecionado entre 16 e 17 candidatos”, afirmou. O cargo é responsável pela segurança de integrantes do Palácio Piratini, entre eles a governadora Yeda Crusius.
Mais cedo, o promotor havai afirmado que o sargento também tinha acesso a dados sigilosos de autoridades gaúchas, um senador e um ex-ministro. Macedo informou, na coletiva desta tarde, que o militar também tinha vínculo com pessoas ligadas a comitês de campanha, afirmando, entretanto, que é muito cedo para afirmar que o dinheiro extorquido teria vínculo com algum partido ou candidato.