Macedo ressaltou que Rodrigues teria feito as consultas ao sistema integrado da Casa Civil por pelo menos dois motivos: ordem superior (supostamente vindas da Casa Militar para garantir a segurança de autoridades) e por motivos pessoais.
Ainda de acordo com o promotor, o investigado também teria dito que pesquisou pessoas sem motivo e que não soube explicar porque buscou os dados. Dentre as informações, o sargento poderia saber se a pessoa foi investigada, indiciada em inquérito ou promoveu alguma ocorrência policial.
Macedo lembrou que, no Rio Grande do Sul, promotores e assessores possuem 6 mil senhas de acesso. Ele ressaltou, no entanto, que senhas de auditoria são apenas 20, sendo que uma delas foi concedida ao sargento.