• A cobertura do primeiro ano da tragédia na boate Kiss
Silva foi mais além.“Temos que reverter esta situação ou militares terão que intervir para fazer justiça? Cadê a democracia? Estamos levando ‘na cabeça’ e ninguém faz nada”, reclamou. Em resposta, a ministra lembrou que o trabalho da secretaria é mais amplo e que busca atender a todos. “Estamos aqui para apoiar os que sofrem injustiça e não para atender exclusivamente vítimas da Kiss”, rebateu. “Não concordo com a alusão aos militares. Familiares das vítimas da ditadura não merecem que lembrem a situação trágica que viveram”, advertiu a ministra.
A ministra assinou convênio para implantação do Centro de Referência em Direitos Humanos em Santa Maria. O centro terá como uma das atribuições atender jurídica-social e psicologicamente as pessoas que enfrentam traumas decorrentes do incêndio que culminou na morte de 242 pessoas.