Quatro profissionais liberais – uma analista societária, um contador, um advogado e um estudante de contabilidade – foram acusados de corrupção ativa por oferecer vantagem financeira a servidores da Junta para obter tratamento diferenciado em procedimentos como, por exemplo, abertura e fechamento de empresas.
Os pagamentos eram feitos em dinheiro, muitas vezes em envelopes ou por depósitos em conta. Os valores variavam de acordo com o pedido, entre R$ 200 e R$ 300. De acordo com Duarte, o caso chegou ao MP após representantes de escritórios de contabilidade que não fazem parte do suposto esquema ilícito denunciarem a suspeita da prática ilegal.