O secretário da Saúde, Carlos Henrique Casartelli, sinalizou que pode ser debatida uma legislação nova sobre segurança do trabalhador, incluindo a questão da insalubridade. O pagamento de 40% sobre periculosidade é a principal reivindicação da categoria, que também pede revisão nos plantões.
Atualmente, o servidor perde o benefício ao trocar uma UTI por um consultório clínico, por exemplo, conforme a CLT. O titular da pasta defende que alguma diferenciação seja mantida. “Não é possível pagar a mesma coisa para todos, nem mesmo seria justo”, ressaltou. A discussão ainda precisa do aval de outras secretarias, como a da Administração, e do prefeito José Fortunati.
A presidente do Simpa, Carmem Padilha, ressaltou que algumas das reivindicações da categoria, como a nomeação dos profissionais aprovados em concurso no ano passado e a redução da jornada de trabalho, não avançaram nesta sexta. “Vai continuar o mesmo problema dos plantões de 12 horas e a falta de profissionais”, reclamou. A entidade admite voltar a protestar e fazer paralisações após a assembleia da categoria.