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Na coletiva, o diretor da Força Sindical, Claudio Correa, e o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Júlio Gamaliel, afirmaram que Alceu Weber, que coordena a comissão de greve, não representa o sindicato da categoria. Segundo eles, há uma disputa política e os trabalhadores querem retornar ao trabalho, mas são impedidos por grupos como o Bloco de Lutas.
Se os rodoviários não decidirem pelo fim da greve na assembleia da segunda-feira, os ônibus devem seguir sem circular em Porto Alegre até o julgamento do dissídio no Ministério Público do Trabalho (MPT), que deve ocorrer no próximo dia 17.
Na avaliação do juiz auxiliar da presidência do TRT e ex-coordenador de atividades de mediação, Ricardo Fioreze, o julgamento do dissídio provavelmente será desfavorável aos rodoviários. Segundo ele, é difícil que o reajuste será melhor do que o obtido nos últimos debates.
* Com informações da repórter Stephany Sander