De acordo com a Trensurb, nesta qunta-feira, ocorreu um novo acordo entre as partes. Além da antecipação de parte da reposição salarial de 2014, a cobrança das mensalidades do plano de saúde dos empregados e seus dependentes será feita com base em faixas salariais. A validade da proposta, conforme a empresa, vigora até o fim da assembleia.
Os funcionários da Trensurb analisaram proposta na manhã dessa quarta-feira e decidiram manter a paralisação, o que motivou a empresa, que desde o início considera a greve “abusiva”, a ingressar na Justiça. O motivo da paralisação foi o reajuste do Plano de Saúde dos funcionários da Trensurb, fixado em 45%. Nos últimos cinco anos, o aumento foi de 156%. Os trabalhadores consideram o percentual abusivo.
A Trensurb ressaltou que o reajuste do plano de saúde é uma questão de mercado sobre a qual a empresa não tem ingerência. O aumento afeta também o orçamento da companhia, uma vez que os valores das mensalidades do plano são subsidiados pela empresa em 50%.