A Trensurb deve enviar nova proposta aos metroviários na tentativa de evitar paralisação. A oferta será analisada na manhã desta quinta-feira. A empresa sustenta que os motivos apresentados pelos metroviários extrapolam as relações de trabalho e que custear mais de 50% do plano de saúde é ilegal. Os metroviários, porém, pedem 80% de abono. Atualmente, a empresa paga R$ 153 e os funcionários outros R$ 153 para manter o plano.
A empresa pretende contratar, até o fim de janeiro, uma outra prestadora de serviço, por meio de licitação, a fim de assegurar um plano de saúde novo aos servidores. Caso a paralisação seja mantida, a Trensurb espera que a lei de greve seja cumprida para garantir a circulação de trens em horários de pico – das 6h às 8h30min e das 17h30min às 20h.
A Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) já traça estratégia para amenizar os impactos de uma possível paralisação oferecendo mais 300 ônibus para atender cidades como Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, São Leopoldo e Novo Hamburgo.