Na noite dessa sexta-feira, o juiz Alexandre de Souza Pacheco, da Vara de Execuções Criminais da Capital, negou o pedido da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) de protelar o prazo para a interdição, decretada pelo juiz Sidnei Brzuska. O magistrado havia determinado a manutenção de um teto máximo de 4.650 presos no Central. Hoje, a casa possui 120 detentos a mais.
O pedido de interdição partiu da Promotoria de Controle e de Execução Criminal da Capital. A ordem é mais uma medida judicial com o objetivo de pressionar o governo do Estado a reduzir o déficit carcerário e a resolver a superlotação do Presídio Central, que atua com 140% da capacidade, que é para 1.986 vagas.